Eu estava sozinho em casa havia três dias. Meus pais e Sofia tinham viajado para o sítio do tio em Teófilo Otoni e só voltariam no fim de semana. A casa grande em Governador Valadares parecia ainda mais vazia e silenciosa.
Eram quase duas da manhã quando ouvi o barulho da chave na porta. Meu coração disparou. Laura, minha irmã mais velha, tinha avisado que chegaria tarde, mas eu não esperava que fosse a essa hora.
Levantei do sofá e fui até a sala. Assim que a porta abriu, lá estava ela: Laura, 26 anos. Dois anos morando na Europa tinham feito muito bem a ela. Cabelos castanhos longos, blusa fina colada no corpo por causa do calor, marcando os seios grandes e empinados. A saia jeans curta deixava à mostra as coxas grossas e bem torneadas. Ela largou a mala no chão e sorriu ao me ver.
— Matheus… caralho, como você cresceu, hein?
Ela veio direto e me abraçou forte. Seus seios pesados espremeram contra meu peito. O cheiro dela — perfume misturado com cansaço da viagem — me invadiu. Meu pau reagiu imediatamente, endurecendo na calça de moletom.
— Saudade de você, maninha… — murmurei, apertando sua cintura.
Laura não soltou o abraço. Pelo contrário, apertou ainda mais, encostando o rosto no meu pescoço e sussurrando:
— Dois anos sem te ver direito… Você virou um homem lindo, sabia?

Quando ela se afastou, seus lábios ficaram a poucos centímetros dos meus. O olhar dela era diferente. Safado. Sem dizer mais nada, ela segurou minha mão e me puxou de volta para o sofá. Sentou-se no meu colo de frente para mim, abrindo as pernas ao redor da minha cintura. A saia subiu completamente, revelando a calcinha preta fina.
Nossos olhos se encontraram. Não precisava de palavras. Ela inclinou o rosto e me beijou.
O beijo começou lento, mas logo ficou quente e molhado. Nossas línguas se enroscaram enquanto ela rebolava devagar no meu colo, esfregando a boceta quente por cima da calcinha contra meu pau latejando. Eu subi as mãos pelas coxas grossas dela até apertar aquela bunda empinada com força.
Laura gemeu contra minha boca, tirou a blusa e jogou para o lado. Os seios grandes saltaram, presos apenas por um sutiã preto rendado. Desabotoei o sutiã e eles ficaram livres. Mamilos rosados e duros. Não pensei duas vezes: enfiei o rosto entre eles, chupando e lambendo com fome.
— Aaaah… assim… chupa o peito da sua irmã, Matheus…
Enquanto eu mamava nos seios dela, Laura desceu a mão, puxou meu moletom e cueca para baixo. Meu pau grosso pulou para fora. Ela segurou ele com firmeza, masturbando devagar.
— Tá tão grande… — sussurrou, impressionada. — Maior do que eu imaginava quando me tocava pensando em você.
Ela se levantou rapidamente, tirou a saia e a calcinha. Sua boceta estava depilada, inchada e brilhando de tesão. Voltou para o meu colo, posicionou a cabeça do meu pau na entrada molhada e desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro.
— Uuuuhhh… que delícia… você tá me enchendo toda, irmãozinho…
Começamos a foder. Primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Laura cavalgava com vontade, os seios balançando na minha frente enquanto gemia alto:
— Isso… fode sua irmã… mete fundo…
Mudei de posição. Levantei ela no colo sem tirar o pau de dentro e deitei no sofá por cima dela. Abri bem suas pernas e comecei a meter com força, estocadas profundas e ritmadas. O barulho molhado da boceta dela ecoava na sala silenciosa.
Laura cravou as unhas nas minhas costas, enrolou as pernas na minha cintura e gritou:
— Aaaah! Assim! Vou gozar… não para, Matheus!
O corpo dela tremeu violentamente. A boceta apertou meu pau com força enquanto ela gozava. Não aguentei mais. Dei algumas estocadas profundas e gozei dentro dela, enchendo a buceta da minha irmã com jatos grossos e quentes.
Ficamos abraçados no sofá, suados e ofegantes, meu pau ainda pulsando dentro dela. Laura beijou minha boca com carinho e sussurrou no meu ouvido, com um sorriso safado:
— Isso foi só a primeira noite… Ainda tenho duas semanas de férias em casa. E tem muita coisa que eu quero fazer com você… e talvez com mais alguém da família.
Ela piscou, os olhos brilhando de segredo.
Senti um arrepio de excitação. O que ela quis dizer com “mais alguém”?
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