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Minha Esposa Me Divide Com a Minha Sogra

Eu tinha 34 anos quando me casei. Minha esposa, então com 31, era minha companheira em tudo. Seu pai já havia falecido havia alguns anos, e minha sogra, viúva, tinha pouco mais de cinquenta. Uma mulher enxuta, bem cuidada, que a vida parecia ter deixado ainda mais interessante com o passar do tempo.

A morte do marido fez com que minha esposa se tornasse ainda mais próxima da mãe — e, inevitavelmente, eu também. Os anos passaram, e quando chegamos a 2015, minha sogra estava prestes a completar 61 anos. Ao contrário do que muitos imaginam, ela estava melhor do que nunca. A viuvez a havia despertado para si mesma: cabelos loiros sempre bem tratados, unhas impecáveis e roupas provocantes que valorizavam seu corpo maduro e cheio de presença.

Na festa de aniversário, depois de beber um pouco além da conta, ela acabou se abrindo com minha esposa. Confessou que sua vida sexual era frustrante e que sentia inveja dela por ter um marido bonito, viril e sempre disposto. Quando minha esposa me contou aquilo, algo mudou dentro de mim. Passei a olhar para minha sogra de outro jeito — e percebi que ela também me olhava diferente.

Alguns dias depois, tomei coragem e a confrontei discretamente. Perguntei se o que havia dito era verdade. Ela confirmou, pediu segredo… e revelou que sonhava comigo. Com aquilo, não restaram dúvidas. Mesmo lutando contra a razão, tentei afastar a ideia.

Até que, numa tarde, ela apareceu em casa. Minha esposa havia saído.

— Tudo bem se eu esperar aqui? — perguntou.

A conversa era banal demais para ser inocente. Os olhares, os gestos, a proximidade… tudo se tornava cada vez mais carregado. Não resistimos. O beijo foi intenso, urgente. Tomada de desejo, ela apertou meu sexo por cima da bermuda e mandou que eu o mostrasse. Assim que abri o zíper, já estava duro. Ela se ajoelhou e me presenteou com um oral lento e profundo, sugando com vontade, explorando cada centímetro, até me deixar à beira do descontrole.

A excitação tomou conta. Joguei-a no sofá e a possuí ali mesmo, sentindo sua vagina quente me envolver enquanto eu estocava com força. Depois a coloquei de quatro, dominando aquele corpo maduro que gemia sem pudor. Lambi cada detalhe, provoquei, enlouqueci. Ela cavalgava sobre mim, pedindo porra, completamente entregue.

Foi então que lembrei da minha esposa.

— É melhor a gente parar… — murmurei.

Ela sorriu, calma.

— Fique tranquilo. Eu e ela combinamos. Ela saiu justamente pra isso.

Fiquei paralisado por um instante. A surpresa foi grande demais. Mas o pensamento veio rápido: se minha esposa permitisse, eu não iria negar. Continuei. Fodi minha sogra sem reservas. Usei a boca, as mãos, o corpo inteiro. Ela quis tudo. Até o final, quando me mamou até engolir cada gota.

— Você me deixou acabada… — disse, satisfeita.

Nós nos recompusemos. Pouco depois, sentados com uma cerveja, minha esposa chegou. Meu constrangimento era evidente, mas ela apenas sorriu.

— E então, mamãe… matou a vontade?

— Que maravilha… que homem você tem — respondeu minha sogra, rindo.

Foi ali que entendi que nada daquilo era proibido entre nós três. Tomei a palavra:

— Então agora vamos foder juntos. Quero a mãe e filha cuidando de mim.

Naquela primeira noite, minha sogra dormiu em casa. Transamos como nunca. Desde então, seguimos assim. Hoje, minha esposa tem 51 anos, minha sogra 71 — duas mulheres maduras, seguras e intensas. Minhas coroas safadas. Dou prazer às duas, juntas ou separadas, e elas sabem exatamente como me deixar louco.

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