Na manhã seguinte, acordei com o corpo ainda quente e o cheiro de Laura impregnado na minha pele. Meu pau já estava meio duro só de lembrar da noite anterior. Olhei para o lado e vi que ela não estava mais no sofá. Ouvi barulho na cozinha e desci.
Laura estava de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, com os mamilos marcando o tecido. Preparava café como se nada tivesse acontecido. Assim que me viu, abriu um sorriso safado.
— Bom dia, irmãozinho… Dormiu bem depois de me encher de porra?
Eu me aproximei por trás, segurei sua cintura e beijei seu pescoço. Laura inclinou a cabeça e gemeu baixinho.
— Laura… ontem foi loucura. A gente não pode continuar com todo mundo em casa.
Ela virou de frente, segurou meu pau por cima do moletom e apertou com força.
— Pois eu quero continuar. E muito — respondeu, me beijando com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto esfregava o corpo contra o meu. — A casa é grande. Vamos ser espertos.
E fomos.
Passamos a manhã inteira transando pela casa. Primeiro no banheiro: Laura sentou na pia, abriu as pernas e eu a fodi de frente, olhando no espelho enquanto metia fundo. Depois na lavanderia: ela ficou de quatro em cima da máquina de lavar, gemendo alto enquanto eu segurava seu cabelo e dava estocadas fortes.
No meio da tarde, estávamos no quarto dela. Laura de bruços, bunda empinada. Eu lambia sua boceta por trás, enfiando a língua bem fundo enquanto ela rebolava contra o meu rosto.
— Aaaah… assim… chupa a buceta da sua irmã… que boca gulosa…
De repente, ouvimos o barulho do portão da garagem abrindo.
— Merda! Eles voltaram mais cedo! — sussurrei em pânico.
Laura riu baixinho, virou de lado e puxou meu pau para perto da boca.
— Então termina rápido… ou não termina.
Ela abriu a boca e engoliu meu pau quase inteiro. Chupava com vontade, subindo e descendo, a língua girando na cabeça enquanto massageava minhas bolas. O som molhado da garganta dela me deixava louco.
— Laura… caralho… tá chupando tão gostoso…
Lá embaixo, já dava para ouvir as vozes: papai falando com mamãe, Sofia rindo. Eles estavam entrando em casa.
O perigo só aumentou o tesão. Segurei a cabeça dela com mais força e fodi sua boca com urgência. Laura engasgou, mas não parou, olhando para mim com os olhos cheios de tesão.
— Vou gozar… Laura… aaaahh!
Explodi na boca da minha irmã. Jatos grossos encheram sua garganta. Ela engoliu tudo, sugando até a última gota. Um fio de porra escorreu pelo canto da boca. Ela limpou com o dedo e lambeu, sorrindo safada.
— Delícia… Agora desce antes que eles subam.
Desci correndo e encontrei meus pais e Sofia na sala. Sofia, com short jeans curto e cropped, me abraçou apertado.
— Saudade de você, irmão!
Laura desceu logo depois, já recomposta, mas com aquele brilho safado no olhar toda vez que olhava para mim.
O resto da tarde foi “normal” por fora: jantamos juntos, conversamos sobre a viagem. Mas por baixo da mesa, Laura esfregava o pé na minha perna, e eu não conseguia parar de olhar para Sofia, que parecia ainda mais gostosa do que eu lembrava.
À noite, quando todos foram dormir, Laura me mandou uma mensagem: “Meu quarto. Agora.”
Entrei em silêncio. Ela estava completamente nua, de quatro na cama, empinando aquela bunda perfeita para mim.
— Rápido e safado — sussurrou. — Quero você me fodendo enquanto todo mundo dorme do lado.
Beijei sua bunda, lambi sua boceta molhada e enfiei tudo de uma vez. Laura mordeu o travesseiro para abafar o gemido.
— Uuuuhhh… isso… me fode, irmão… mete gostoso…
Comecei devagar, depois aumentei o ritmo. Mudamos de posição várias vezes: de conchinha, de lado, e por fim de frente, com as pernas dela bem abertas. Eu metia fundo, olhando nos olhos dela.
Laura gozou primeiro, tremendo inteira, a boceta apertando meu pau com força:
— Tô gozando… aaaahhh… não para!
Quando senti que ia gozar, tirei o pau e jorrei forte nos seios e na barriga dela. Laura passou os dedos na porra, levou à boca e lambeu, gemendo de prazer.
Estávamos os dois ofegantes quando ouvimos passos leves no corredor. Alguém parou bem perto da porta.
Laura sorriu, ainda suja da minha porra, e sussurrou no meu ouvido:
— Acho que Sofia ouviu a gente… Eu vi ela olhando para a porta quando subi. Ela estava com uma cara curiosa… Talvez nossa irmã caçula tenha escutado a irmã mais velha sendo comida pelo irmão.
Ela passou a mão na minha coxa e completou, com um olhar malicioso:
— Quer que eu descubra se ela também quer brincar com o irmãozinho?
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