Cara, nunca imaginei que algo assim fosse acontecer de verdade.
Quando minha mãe me mandou morar na casa da Tia Mara porque eu ia começar a faculdade perto dela, pensei que seria só uma estadia normal. Na minha cabeça, ela era apenas a tia solteirona, discreta, que mal falava nos almoços de família. Mas quando cheguei lá, levei o maior choque.
Tia Mara tinha 43 anos, mas parecia uma mulher de 30. Loira, alta, pernas longas, peitos firmes e uma bunda enorme, daquelas redondas e empinadas que enchem a mão. No dia em que cheguei, ela me recebeu de shortinho jeans bem curto e regata. Quando me abraçou, senti aqueles peitos pressionando meu peito e a mão dela descer “sem querer” pela minha bunda. Meu pau ficou duro na hora.
Os primeiros dias foram uma tortura deliciosa. Eu provocava de propósito: deixava a porta do banheiro entreaberta quando tomava banho, andava só de cueca pela casa… Uma vez ela me pegou pelado e vi seu olhar fixo no meu pau de 19cm. Ela corou, mas não disse nada.
A tensão só aumentava. Uma tarde, enquanto ela passava roupa curvada, me aproximei por trás e esfreguei meu pau duro na bunda dela. Ela deu um pulinho, ficou vermelha, mas não reclamou.
Uma noite, não resisti. Fucei as gavetas dela, peguei uma calcinha fio-dental preta e levei pro meu quarto. O cheiro dela misturado com o aroma da buceta me deixou louco. Bati uma pensando em comer aquele cuzinho e gozei tanto que melhei a calcinha toda.
O dia que mudou tudo foi duas semanas depois. Ela estava tomando banho e a porta ficou entreaberta. Entrei com a desculpa de levar uma toalha e lá estava ela: de costas, ensaboando aquele corpo incrível. Quando virou e me viu, em vez de gritar, só cobriu os peitos e sussurrou:
— Hugo… fecha a porta.
Eu não fechei. Entrei, tirei a roupa na frente dela e mostrei meu pau completamente duro. Ela soltou um gemido baixo.
Nos beijamos com fome. Eu apertei aquela bunda grossa com as duas mãos enquanto ela gemia no meu ouvido: — Você não devia fazer isso…
Levei ela pro quarto. Tirei a roupa dela devagar e, quando vi aquele cuzinho rosado e perfeito, não pensei duas vezes. Chupei ela toda, da buceta até o cu. Ela tentou resistir no começo (“Lá não, Hugo!”), mas quando enfiei a língua no cuzinho dela, Tia Mara gemeu como uma vadia.
Depois de bastante preliminar, posicionei meu pau na entradinha apertada. — Relaxa, tia… — falei, enquanto empurrava devagar.
Ela gemeu alto quando a cabeça entrou. Aos poucos, fui enfiando tudo. Quando comecei a meter de verdade, aquela bunda enorme balançando enquanto eu socava seu cuzinho foi a coisa mais gostosa que já senti na vida. Ela gozou duas vezes antes de eu explodir lá dentro, enchendo o cu dela de porra.
Depois do primeiro orgasmo, ficamos deitados. Ela chorou um pouco, arrependida. Mas quando passei a mão na bunda dela de novo, ela não resistiu.
Naquela mesma noite, bem mais tarde, a porta do meu quarto abriu devagar. Era ela, só de camisola fina, mamilos marcando o tecido. — Eu não consigo parar de pensar no que a gente fez… — confessou.
O que rolou depois foi ainda mais intenso. Chupei ela todinha até ela gozar na minha boca. Depois meti na bucetinha dela com força, enquanto ela gritava de prazer. No meio da foda, ela se virou de quatro, empinou aquela bunda e pediu:
— Mete no meu rabo de novo…
Eu meti com tudo. Enquanto enrabava ela, ainda enfiava o dedo na buceta. Ela rebolava, gemia, xingava… Depois me empurrou, sentou por cima e cavalgou como uma louca, pulando no meu pau até gozarmos juntos.
Desde aquele dia, toda vez que a família se reúne e ela aparece de jeans apertado, eu só consigo pensar naquela bunda enorme levando rola. E pelo jeito que ela me olha quando ninguém está vendo… sei que ela também quer repetir.
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