Oi, sou a Carol. Sou uma ninfomaníaca assumida e diagnosticada. Não me importo com o que pensam de mim. Gosto de sexo, gosto muito, e não tenho vergonha de admitir.
Meus pais se separaram quando eu tinha 12 anos. Aos 19, minha mãe já estava com um namorado que praticamente morava com ela. No Natal de 2020, fui passar uns dias na casa dela. Por baixo da casa da minha mãe morava meu tio com a tia e meus primos. Naquele dia, a família toda se reuniu: éramos sete pessoas.
Minha mãe teve que trabalhar, mas meu padrasto estava em home office, assim como meu primo, que tinha aula online. À tarde, meu padrasto saiu por um momento e meu primo veio me procurar no quarto. Começamos a conversar sobre namoro, sexo… Até que ele confessou que nunca tinha feito oral em uma mulher.
Tentei explicar como fazer, mas ele insistiu que precisava praticar. Acabei cedendo. Tirei as calças, deitei na cama e abri as pernas. Ele veio com fome, sem jeito, lambendo tudo de forma desajeitada. Fui guiando ele, ensinando onde e como lamber. Aos poucos ele foi melhorando.
Depois quis retribuir. Sentei na cama, ele tirou as calças e aquele pau jovem ficou balançando na minha frente. Pedi para ele bater com o pau no meu rosto, depois babeei tudo, chupei gostoso, lambi as bolas e deixei ele foder minha boca. Ele era bruto e desajeitado, ficava tirando e esfregando na minha cara, me chamando de carinha fofinha. Acabei toda melada.
Como ele não gozava, deitei de novo e abri as pernas. Ele me comeu por uns cinco minutos, depois me virou de quatro. Estava metendo bem fundo quando senti ele latejar e gozar quente dentro de mim.
Naquele momento me deu um frio na barriga. Estava no meio da pandemia e eu tinha parado de tomar anticoncepcional.
Ele saiu pedindo desculpa. Eu disse que estava tudo bem e corri pro banheiro. Foi aí que meu padrasto, que tinha acabado de chegar, entendeu tudo.
Ele me encurralou e falou baixinho: —“Se você não der pra mim também, sua mãe vai ficar sabendo de tudo.”
Ajoelhei na frente dele sem pensar duas vezes. Quando ele tirou o pau da cueca, meus olhos brilharam. Era bem maior e mais grosso que o do meu primo. Chupei com vontade até ele segurar meu cabelo e foder minha garganta com força. Babava até nos peitos.
Depois ele me virou de costas, passou o pau babado na minha cara e nos meus seios, roçou no meu cu e meteu na buceta. Me fodeu de pé, contra a parede, com força. Gozou rápido, enchendo minha cona pela segunda vez naquele dia.
Não satisfeito, ele me carregou pro quarto, me deitou na cama e me fez chupar de novo pra limpar o pau. Depois me virou de bruços, apontou pro meu cuzinho e mandou. Tentei resistir, mas acabei gemendo:
— Vai comer ou só vai ficar olhando, papai?
Ele meteu forte no meu cu. Quanto mais eu pedia “mete na putinha da sua filha”, mais ele socava. Quando implorei pra ele não gozar dentro, já era tarde. Gozou gostoso bem no fundo do meu cu.
Foi nesse momento que meu tio, que ouviu meus gemidos, me ligou dizendo que precisava de ajuda urgente lá embaixo. Quando cheguei, ele já sabia de tudo. Meu primo tinha contado.
—“Se não der pra mim também, sua mãe vai saber”, ele disse, já com o pau duro.
Eu estava molhada, com porra escorrendo na perna. Ele me colocou de quatro no sofá e meteu sem piedade. Era grosso, esticava bem. Enquanto me comia, apertava meus peitos e gemia alto. Pedi leitinho dele, ele disse que ia me engravidar e gozou bem fundo na minha buceta.
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