Era uma noite abafada de verão. Minha sogra tinha feito uma cirurgia no quadril e minha esposa, Ennoly, viajou para passar uns dias cuidando dela. Em casa, ficamos só eu, minha filha Alexssandra e as duas empregadas que moram conosco há anos.
Por volta das 23h30, eu estava deitado na cama king size assistindo o telejornal, vestindo apenas uma cueca samba-canção bege. O ar-condicionado estava ligado no 22 graus, mas o calor ainda pairava no quarto.
De repente, a porta se abriu devagar. Alexssandra entrou como se fosse a dona do mundo.
Aos 26 anos, com 1,74m de altura e 68kg de puro corpo escultural, ela era uma visão de tirar o fôlego. Seus cabelos estavam ora loiros, ora morenos claros, dependendo do humor — naquela noite estavam num tom de ruivo acobreado que caía sobre os ombros. Vestia uma camisolinha preta curtíssima de seda, quase transparente, que mal cobria a metade de suas coxas grossas e empinadas. Nos pés, um par de tamancos pretos de salto médio que faziam um barulho sensual ao tocar o piso. Os lábios carnudos estavam pintados de batom vermelho vivo, combinando perfeitamente com o esmalte das unhas das mãos e dos pés. O corpo inteiro brilhava, recém-passado de creme hidratante com cheiro de baunilha e âmbar. Seu perfume favorito — doce, quente e extremamente sedutor — invadiu o quarto antes mesmo dela se aproximar.

Eu me assustei ao vê-la.
— Filha… o que você está fazendo aqui?
Ela sorriu de canto, fechou a porta e veio andando devagar até a cama.
— A mamãe não está… e eu não queria dormir sozinha hoje.
Sem pedir licença, ela se deitou ao meu lado e, deliberadamente, encostou sua enorme, redonda e macia bunda contra o meu corpo. Senti o calor da sua pele através da fina camisola. Tentei puxar o lençol para me cobrir, mas ela segurou minha mão com firmeza.
— Ah, pai… para com isso. Sou sua filha. Quantas vezes eu já te vi peladão andando pela casa? Relaxa…
Ela se virou de frente para mim, jogou sua coxa esquerda — grossa, firme e extremamente macia — por cima da minha perna e pressionou o joelho bem em cima do meu pau, que já começava a inchar dentro da cueca. Fiquei sem ar.
Enquanto eu fingia prestar atenção no telejornal, ela subiu lentamente a coxa até deixar meu pau latejando preso entre sua carne quente. Então aproximou os lábios vermelhos do meu ouvido e sussurrou com a voz rouca:
— Eu sempre imaginava… mas agora eu entendo perfeitamente porque a mamãe é completamente louca por você.
— Como assim, filha? — perguntei, tentando disfarçar o tesão.
Sem dizer mais nenhuma palavra, Alexssandra enfiou a mão pela abertura da minha cueca, agarrou meu pau grosso e duro com força, puxou para fora e começou a apertar e masturbar devagar.
— Por causa disso aqui, pai… — disse, olhando para baixo com os olhos brilhando. — A mamãe vive me contando detalhes. Do tamanho, da grossura, da cabeça grande… Eu sempre tive muita curiosidade de ver de perto. E de pegar.
Ela deu uma risadinha safada e me deu um beijo molhado na boca, enfiando a língua devagar. Em seguida, subiu em cima de mim com agilidade, sentando-se sobre minhas coxas.
— Hoje eu vou ver… vou pegar… e vou sentir ele todinho dentro de mim.
Ela não estava usando calcinha. A boceta dela já estava inchada, rosada e completamente melada, escorrendo de tesão. Segurando meu pau com firmeza na base, ela posicionou a cabeça grossa na entrada da sua vagina e desceu devagar, centímetro por centímetro.
Quando senti suas paredes quentes, apertadas e encharcadas engolindo meus 20 centímetros inteiros, soltei um gemido rouco. Ela estava completamente sentada, meu pau enterrado até o fundo.
— Ai, meu Deus, pai… que delícia… — gemeu alto, rebolando devagar no início, depois cada vez mais rápido.
Ela começou a cavalgar com vontade, subindo e descendo, rebolando o quadril como uma verdadeira puta. Os seios grandes balançavam soltos dentro da camisola, o suor brilhava em sua pele. A porta do quarto estava entreaberta e ela não se importava em gemer alto:
— Fode sua filha, papai! Mete gostoso! Há muito tempo, desde os meus 18 aninhos, eu fantasiava com você… especialmente depois que te vi comendo o cu da empregada no quarto de serviço. Aquela cena nunca saiu da minha cabeça!
Ela cavalgava cada vez mais rápido, apertando minha rola com a boceta encharcada. Gozou pela primeira vez tremendo violentamente, depois a segunda, gritando sem vergonha. As empregadas certamente estavam ouvindo tudo.
— Daqui pra frente eu sou sua filha… mas também sou sua puta particular, pai. Quero que você me coma de todas as maneiras. Quero ser a principal vadia da sua vida. Você vai me pagar bem caro toda vez que quiser me foder.
Ela se inclinou sobre mim, mordendo meu pescoço e sussurrando safadezas enquanto rebolava sem parar:
— Proíbo você de meter em outras mulheres. De agora em diante, esse pau é só meu e da mamãe. Entendeu?
Nós transamos a noite inteira. Em todas as posições. Quando eu disse que queria comer o cu dela, ela sorriu safada:
— Meu cu eu nunca dei pra namorado nenhum… mas pra você eu quero dar. Amanhã à noite, dentro do seu carro, na rua, como as minhas amigas fazem com os coroa. Dizem que é o maior tesão.
Quando finalmente gozei, ela desceu rápido, colocou meu pau na boca e engoliu tudo, olhando nos meus olhos. Depois me beijou profundamente, dividindo o gosto da minha porra.
Dormimos pelados, abraçados e suados.
Na manhã seguinte, as duas empregadas entraram no quarto para arrumar e nos viram nus, dormindo abraçados. Não disseram nada, mas o olhar cúmplice e o sorrisinho delas deixaram claro que sabiam exatamente o que tinha acontecido.
A partir daquela noite, Alexssandra se tornou muito mais que minha filha. Ela se tornou minha amante secreta, insaciável e extremamente safada.
